domingo, 16 de setembro de 2012

Educação


Estou impressionada com a evolução da Ana nos estudos. Não estou falando só do domínio do inglês, isso realmente está acontencendo muito rápido. Estou falando do aprendizado de conteúdo mesmo. Não sei se é pelo método de ensino, ou pelo fato dela passar muito tempo na escola (e isso faz uma diferença enorme), só sei que aqui ela claramente está evoluindo melhor nos estudos e até na escrita (que era um problema no Brasil). As constantes tarefas de matemática, ciências e literatura estão dando um belo resultado. Detalhe: a Ana estuda numa escola pública, com uma estrutura muito boa e professores com especializações em educação. Educação aqui é levada muito a sério. Muito bacana e emocionante ver o investimento e o cuidado de um país na educação. Espero, que um dia, no Brasil, a gente possa ter ensinos públicos com essa qualidade. Ainda falta um longo caminho para chegarmos no que vejo por aqui,mas acredito que o Brasil chegue a isso. Outro dia, o André conheceu, na universidade, alguns jovens brasileiros que estão estudando aqui. Eles fazem parte de um programa do governo chamado Ciência sem fronteira. Pelo o que entendi o programa banca para esses jovens um ano de estudos fora do país. Fiquei muito feliz em saber disso. É bom saber que incentivos como este estão acontecendo e são viáveis.


Quando cheguei aqui, uma das coisas que mais me deixava intrigada era o trânsito. Demorei para entender como funcionavam as regras de trânsito. Por exemplo: cruzamento. Aqui existem muitos cruzamentos sem semáforo. A regra? Quem chegar primeiro tem a preferência. Como assim? Isso mesmo. O carro que chegar primeiro na faixa tem a preferência e deve seguir. Todos param, observam e respeitam a vez do outro. Depois cada carro vai na sua vez (que é por ordem de chegada). Impressionantemente funciona muito bem dessa forma. Outro exemplo: quando vc está num via e tem alguma placa de STOP pode parar. Mesmo se não tiver vindo carro algum. Você tem que parar.Todos fazem isso. Ah! É claro, não poderia esquecer de mencionar que pedestres e ciclistas são prioridades. Um país que investe em educação proporciona regras de convivências como essas.

Importante
Pros chatos de plantão (sei que são poucos, afinal meus amigos são todos bacanas): Não estou falando mal do Brasil, ou deslumbrada com aqui. Não! Preguiça desse tipo de avaliação,viu? Estou apenas relatando percepções de coisas que estou vendo e vivendo. Afinal o objetivo do blog é esse,ok?

4 comentários:

  1. Essa história de dar um stop ao avistar uma placa de stop é demais para minha cabeça latino-americana. Muito legal, Little Rose.

    ResponderExcluir
  2. Pra minha também, Freddy. Muito doido.

    ResponderExcluir
  3. E Rosinha, ainda temos muito o que aprender aqui com relação à educação e ao processo de aprender e ensinar.
    Que bom que a Ana está tendo essa oportunidade, não é Rosinha? Muito legal vcs poderem dar isso pra ela.
    Estou adorando os posts ;)
    Beijo!

    ResponderExcluir