Estou
impressionada com a evolução da Ana nos estudos. Não estou falando só do
domínio do inglês, isso realmente está acontencendo muito rápido. Estou falando
do aprendizado de conteúdo mesmo. Não sei se é pelo método de ensino, ou pelo fato
dela passar muito tempo na escola (e isso faz uma diferença enorme), só sei que
aqui ela claramente está evoluindo melhor nos estudos e até na escrita (que era
um problema no Brasil). As constantes tarefas de matemática, ciências e
literatura estão dando um belo resultado. Detalhe:
a Ana estuda numa escola pública, com uma estrutura muito boa e professores com
especializações em educação. Educação aqui é levada muito a sério. Muito bacana
e emocionante ver o investimento e o cuidado de um país na educação. Espero,
que um dia, no Brasil, a gente possa ter ensinos públicos com essa qualidade.
Ainda falta um longo caminho para chegarmos no que vejo por aqui,mas acredito
que o Brasil chegue a isso. Outro dia, o André conheceu, na universidade, alguns jovens
brasileiros que estão estudando aqui. Eles fazem parte de um programa do governo chamado
Ciência sem fronteira. Pelo o que
entendi o programa banca para esses jovens um ano de estudos fora do país.
Fiquei muito feliz em saber disso. É bom saber que incentivos como este estão
acontecendo e são viáveis.
Quando
cheguei aqui, uma das coisas que mais me deixava intrigada era o trânsito.
Demorei para entender como funcionavam as regras de trânsito. Por exemplo:
cruzamento. Aqui existem muitos cruzamentos sem semáforo. A regra? Quem
chegar primeiro tem a preferência. Como assim? Isso mesmo. O carro que chegar
primeiro na faixa tem a preferência e deve seguir. Todos param, observam e
respeitam a vez do outro. Depois cada carro vai na sua vez (que é por ordem de
chegada). Impressionantemente funciona muito bem dessa forma. Outro exemplo:
quando vc está num via e tem alguma placa de STOP pode parar. Mesmo se não tiver vindo carro algum. Você tem que parar.Todos fazem isso. Ah! É claro, não
poderia esquecer de mencionar que pedestres e ciclistas são prioridades. Um
país que investe em educação proporciona regras de convivências como essas.
Importante
Pros chatos
de plantão (sei que são poucos, afinal meus amigos são todos bacanas): Não
estou falando mal do Brasil, ou deslumbrada com aqui. Não! Preguiça desse tipo
de avaliação,viu? Estou apenas relatando percepções de coisas que estou vendo
e vivendo. Afinal o objetivo do blog é esse,ok?

Essa história de dar um stop ao avistar uma placa de stop é demais para minha cabeça latino-americana. Muito legal, Little Rose.
ResponderExcluirPra minha também, Freddy. Muito doido.
ResponderExcluirTemos muito a caminhar ainda!
ResponderExcluirE Rosinha, ainda temos muito o que aprender aqui com relação à educação e ao processo de aprender e ensinar.
ResponderExcluirQue bom que a Ana está tendo essa oportunidade, não é Rosinha? Muito legal vcs poderem dar isso pra ela.
Estou adorando os posts ;)
Beijo!